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Entendendo a dependência química:

Muitas pessoas não entendem o porquê de outros indivíduos se tornarem viciados em drogas. Erroneamente, acredita-se que aqueles que usam drogas carecem de princípios morais ou força de vontade e que eles poderiam interromper o uso dessas substâncias em qualquer momento. Na verdade, o vício em drogas é considerado uma doença complexa e crônica, que requer tratamento.
As drogas mudam o cérebro de uma maneira que torna o abandono dessas substâncias muito difícil, mesmo para aqueles que o desejam. As alterações cerebrais que ocorrem desafiam o autocontrole da pessoa viciada e interferem em sua capacidade de resistir aos impulsos intensos de consumir drogas.

As mudanças cerebrais podem ser persistentes, razão pela qual o vício em drogas é considerado uma doença crônica, que leva a recaídas, pois quem está em recuperação têm um risco maior de voltar a usar drogas, mesmo depois de anos sem consumir nada.
 
Consequências da dependência química:

O uso crônico de drogas afeta a saúde física, mental e social da pessoa. O crack e a cocaína, por exemplo, podem gerar perda de peso, problemas respiratórios, cardiovasculares e morte precoce, sem contar os prejuízos na vida profissional e social. Cigarro, álcool e outros tipos de substâncias também fazem mal à saúde, incluindo medicamentos para dormir, para perder peso, para aliviar a dor, etc.
 
Tratamento:

A dependência química é uma doença crônica e progressiva, ou seja, uma vez instalada não tem cura e precisa de tratamento para o resto da vida. Ela pode ser controlada. Para isso, o primeiro passo é admitir que está passando dos limites e procurar ajuda.
Cada paciente requer um tipo diferente de tratamento, de acordo com o grau de dependência e com o tipo de substância utilizada. Atualmente existem muitos métodos de tratamento como clínicas de reabilitação, hospital dia, tratamento ambulatorial, entre outros.