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Internação para dependentes químicos:
 
A internação para dependentes químicos existe para que um viciado ou dependente consiga ter o tratamento adequado para se recuperar não só do vício, mas também de qualquer outro mal que o acompanhe, como doenças mentais e até físicas, dependendo do caso. Quando se fala de internação, entretanto, a primeira coisa que vem em mente é sobre os tipos de programas oferecidos. E isso é muito importante porque, quando falamos de dependência química, esses pacientes necessitam de cuidados e assistência de equipes especializadas.
 
Existem diversos tipos diferentes de programas para reabilitação da dependência química. Algumas se especializam em determinado tipo de vício, como álcool, por exemplo; outras já abrangem vícios de forma mais ampla, incluindo diversos tipos de drogas e de medicamentos. Também existem clínicas que cuidam de um gênero ou de uma faixa etária específica, como exclusivas masculinas, femininas ou de adolescentes, já que algumas vezes isso é importante para que o paciente se sinta mais confortável. Por fim, o tratamento ainda pode ser feito tanto através de internação como com o paciente em casa chamado AMBULATORIAL, dirigindo-se para os profissionais da saúde apenas para sessões específicas.
Algumas pessoas acreditam, de forma equivocada, que um paciente internado fica ali à força; no entanto, isso não pode estar mais longe da verdade. Os pacientes internados em centros de reabilitação são livres para abandonar o local a qualquer momento – isso porque a força de vontade do indivíduo é um dos fatores-chave para o sucesso do tratamento, e seu desejo de interromper o ciclo vicioso e mudar seus hábitos de vida é a diferença entre conseguir ou não sair do vício. É claro que isso pode ser diferente nos casos de internação involuntária, e mesmo nesses casos pode haver sucesso no tratamento, mas esta é uma medida reservada apenas a casos mais graves.
 
Antes iniciar o tratamento efetivo, o paciente deve passar por um período de desintoxicação, para eliminar qualquer resquício da substância química de seu organismo. Em geral, esse processo dura de uma a seis semanas e traz alguns efeitos colaterais, sendo que o tempo e os sintomas variam a depender do tipo de substância utilizada e do tempo de vício. Justamente por isso, nesse período o paciente deve ser monitorado de perto por médicos, psicólogos, terapeutas e enfermeiras, preparados para lidar com os sintomas da abstinência e, se for preciso, prescrever e ministrar medicamentos que ajudem a aliviar os desconfortos experimentados durante esta fase.
 
Após esse período, o paciente poderá iniciar o tratamento efetivo, e passará por uma avaliação médica, física e psicológica para verificar os padrões de uso da droga, o histórico médico, a existência ou não de problemas psicológicos, a existência ou não de tentativas prévias de se livrar do vício e a situação familiar, financeira e social. Tudo isso ajudará a criar um programa individualizado de tratamento, adequado às necessidades do indivíduo, e que pode envolver terapias – a mais comum sendo a terapia cognitivo-comportamental – individuais ou em grupo, sessões de terapia familiar, administração de medicamentos, se necessário, ensino de técnicas de prevenção de recaídas, planejamento para o retorno à vida em sociedade e quaisquer outras atividades como exercícios físicos ou meditação, que ajudem o paciente a encontrar uma nova forma de viver a vida, de maneira mais saudável e longe do vício.